Da capa

Imagem 1: "As meninas" de Diego Velázquez, de 1656

Um clássico para chamar de meu

Imagem 2: Detalhe de "Apolo e Dafne", de Bernini, 1625. A escultura mostra o afoitamento do deus da poesia em obter sua dama, em resultado do feitiço causado pela seta de Cupido. Um “amor vicioso”.
Imagem 3: "Paisagem de Espanha", John Graz, 1916

Imagem 4: “Madona” de Jean Fouquet, 1452. “Virgem de Guadalupe” de Salvador Dali, 1959. Por um lado, a sofisticação de formas sólidas para os seios e cores quase puras nos anjos (características tipicamente modernas) de um artista em pleno renascimento e, por outro, o requintamento compositivo e cuidado técnico do surrealismo do século XX. Há demérito a um ou a outro apenas por conta de seu estilo ou época?

Arte: ilusão na ideia e na feitura

Imagem 5: "Sibila Líbica", profetiza da tradição profana grega. Detalhe da Capela Sistina, Michelangelo.
Imagem 6: "La Fornarina", 1518-20, Rafael Sanzio

Imagem 7: “Rafael e Fornarina”. Variações de pinturas e desenho de Ingres.

Imagem 8: "A modelo nu" de Pablo Picasso, 1927-28

Arte como intérprete da vida

Imagem 9: "Dante e os três reinos", Domênico de Michelino, 1465
Imagem 10: Gravura ilustrativa da Divina Comédia por Gustave Doré, 1861
Imagem 11: "São Jerônimo em câmara escura", gravura de Rembrandt van Rijn

Imagem 12: Série de gravuras e nanquins de São Jerônimo de Rembrandt van Rijn.

Independência ou... te mordo?

Imagem 13: "Canibais", Hans Staden
Imagem 14: “Moça no trigal” de Eliseu Visconti, 1916
Imagem 15: Os rostos da Semana de Arte Moderna de 1922
Imagem 16: “Abaporu” de Tarsila do Amaral, 1928
Imagem 17: “Libertação dos escravos” de Pedro Américo, 1889
Imagem 18: “Travessura” de Eliseu Visconti. 1897.

A Semana de 22 no macroscópio

Imagem 19: “An Oak Tree” (Um Carvalho), Michael Craig Martin, de 1973
Imagem 20: "Trabalhadores", Zina Aita, 1922, óleo sobre tela

Imagem 21: Anita Malfatti com “O japonês”, Ernst Ludwig Kirchner “Autorretrato como um bebedor” e Jean Metzinger “Mulher de verde”

Imagem 22: “Os boêmios” de 1921 e “Cinco mulheres de Guaratinguerá” de 1925, Di Cavalcanti.

Imagem 23: "Retrato do ministro Gomide", John Graz, 1920

Imagem 24: “Túmulo” de Antônio Garcia Moya e ilustração para “Salomé” de Aubrey Beardsley.

Imagem 25: “Soror dolorosa” de Victor Brecheret
Imagem 26: Uma das vistas do “Monte de Sainte-Victoire” de Paul Cézanne.

Merda acontece ou "de te fabula narratur"

Imagem 27: "Trinta e seis expressões de rosto", Louis Leopold Boilly.
Imagem 28: Gravação de um dos programas do grupo Hermes e Renato.

Em busca da autenticidade brasileira

Imagem 29: “A Morte de Sêneca”, Jacques-Louis David e “Paisagem Pastoril” de Nicolas-Antoine Taunay, realizada no Brasil durante a Missão Artística Francesa.

Imagem 30: Cristo no “Passo Horto das Oliveiras”, e “Prisão de Cristo”. São sete grupos escultóricos que representam os Passos da Paixão de Cristo, realizados entre 1796 e 1799 por Aleijadinho para o santuário Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo.

Imagem 31: Semelhança entre Igreja de Gesù, na Itália, de 1534 projetada por Giacomo Vignola e a Catedral Basílica de Salvador, na Bahia, iniciada em 1604 pelo arquiteto frei Francisco Dias.

Imagem 32: Interior da Igreja Nossa Senhora do Patrocínio, inaugurada em 1819 e interior da Igreja Nossa Senhora do Carmo (construída entre 1776 e 1782), ambas em Itu

Imagem 33: Interior da Igreja Nossa Senhora do Patrocínio, inaugurada em 1819 e interior da Igreja Nossa Senhora do Carmo (construída entre 1776 e 1782), ambas em Itu

Imagem 34: O trabalho do Padre Jesuíno do Monte Carmelo não segue o trompe l’oeil de outros pintores que imitam o recurso consagrado pelo italiano Andrea Pozzo no uso da prolongação ilusória da arquitetura através da pintura. Mesmo assim, surpreende pelo dedicado trato e clareza das formas.

Imagem 35: “Nu descendo escada”, de Marcel Duchamp e “No jardim”, de Auguste Renoir, expostos no Armory Show, EUA, em 1913.

Imagem 36: “Morro de São Bento”, Eliseu Visconti, 1887
Imagem 37: Detalhe de “O homem amarelo” de Anita Malfatti, exposta na Semana de Arte Moderna de 1922

Um anjo melancólico?

Imagem 38: "O coro dos anjos" , ilustrado pela monja Hildegarda de Bingen. É possível tirar uma conclusão importante a partir da descrição que Hildegarda faz da imagem (que fora baseada em uma de suas visões): são nove os círculos e nove tipos de anjos, conforme hierarquia conhecida pela Igreja. Os dois maiores círculos representam, primeiro, o exército dos Anjos e, segundo, dos Arcanjos. Segue-se outras cinco fileiras (Principados, Potestades, Virtudes, Dominações e Tronos, segundo S. Gregório Magno escreve em sua Homilia 34) que se referem os cinco sentidos do homem. Os outros dois (Querubins e Serafins), próximos ao centro, com “asas cheias de olhos” representam o Espírito e a Razão. Quer dizer, portanto, que os anjos sendo responsáveis pela movimentação celeste, afeta, diretamente, através dos sentidos até chegar à Razão, para cumprirmos os desígnios de Deus.
Imagem 39: “Melancolia I”, Alberth Durer, 1514

O Poeta e o Santo

Imagem 40: "Sonho de Dante", Dante Gabriel Rossetti, 1880
Imagem 41: Aparição da Virgem Maria à São Bernardo, Pietro Perugino, 1494
Imagem 42: "Lamia" de John Willians Waterhouse, 1905.
Imagem 43: "Beata Beatriz", Dante Gabriel Rossetti, 1870

Roma: hiato ou transição?

Imagem 44: "Laocoonte e Seus Filhos", escavada em Roma a 1506, atribuído a Atenodoro e Polidoro, cerca de 68 d.C.
Imagem 45: Vila dos Mistérios, afresco preservado no sul da Itália.

Imagem 46: “Coluna de Trajano”, arte romana e “Cenas de caça ao leão”. Arte assíria.

Imagem 47: Capitel jônico e “Trompe-l’oiel” romano

Imagem 48: Um dos retratos de Fayoum, séc II e “Cristo Pantocrator”, século VI